Não somos de dar nótícias esportivas, mas não podemos deixar de reportar o cheiro desagradável de injustiça que está poluindo o ar dos seguidores de futebol em todo o Mundo. A França classificou-se para a Copa do Mundo, mas só depois de um flagrante de mão na bola de Thierry Henry.
Apesar de estarem comemorando a qualificação da Seleção Azul, os franceses estão distintamente com os rostos vermelho.
Milhares de pessoas assistiram nos sites de vídeos online – deixando muitos comentários indignados.
Sem esse ato ilegal não havia nenhuma maneira capaz de criar o gol da vitória de William Gallas. E não há debate sobre a sua culpa, porque a estrela do Barcelona admitiu o ato.
Estou de acordo que teria sido um ato surpreendentemente desportivista se Henry fosse até o árbitro para lhe dizer a verdade. Mas havia tanta coisa em jogo. A Copa do Mundo sem a França e Henry sem participar do mundial.
Em vez disso, ele se tornou um vilão para os fãs de futebol em qualquer lugar no mundo, até mesmo na Argentina. O atacante mundialmente conhecido pela sua habilidade e agilidade, garoto propaganda da empresa Gillette, ao lado de estrelas como Roger Federer e Tiger Woods e Kaka, Sem dúvida existe um perigo real de que a reputação de Henry seja prejudicada.
Fatos a ponderar:
Primeiro, o técnico da Irlanda, Giovanni Trappatoni, não direcionou suas críticas a Henry, e sim apontou o dedo ao árbitro como principal culpado do incidente.
Em segundo lugar, mesmo se o gol tivesse sido anulado, a Irlanda não teria necessariamente sido qualificada para a Copa do Mundo. Houve ainda 17 minutos de tempo extra para terminar a partida, se caso a partida cotinuasse empatada, teria ido para uma disputa de pênaltis, sem qualquer garantia de que a Irlanda ganharia a partida.
Em última análise, a mão de Henry acenderá a polêmica da recusa da Fifa em utilizarr replays da televisão para acompanhar o árbitro durante um jogo.
No segundo gol da França os replayes em fração de segundos após o acontecido, mostraram a verdade para os telespectadores ao redor do mundo. Quando o órgão máximo do futebol verá o que realmente nós meros telespectadores estamos olhando?
E como fica a situação da Irlanda?























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